quinta-feira, 19 de março de 2015

Pesquisadores revelam tamanho do 'pênis comum'

Informação pode tranquilizar homens preocupados ou atingir o ego daqueles que pensavam ser 'bem dotados'



Estados Unidos - Ter um pênis grande é o desejo de muitos homens — alguns até investem em produtos para aumentá-los. Mas qual o tamanho considerado ‘normal’ de um órgão sexual masculino? Isso é o que buscou responder uma pesquisa britânica, que reuniu resultados de 17 estudos com 15.521 homens.

Nos levantamentos, o tamanho considerado normal foi de 9,16 cm, flácido; 13,12 cm, ereto, e 13,24 cm, esticado. Outro dado calculado foi a circunferência: 9,31 cm, em repouso, e 11,66 cm, rígido. Os pesquisadores dizem que os gráficos vão ajudar os médicos que lidam com Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), grave distúrbio de ansiedade relativo ao corpo.

“Homens se comparam nos vestiários e com a pornografia na internet, e acreditam que são inferiores. Alguns têm sido provocados devido ao tamanho do órgão. Há muitos que poderiam estar preocupados e achamos que esses números vão tranquilizá-los”, diz David Veale, principal autor da pesquisa. Os dados também podem ajudar os fabricantes de preservativos na investigação de falhas.

Pesquisa anterior, divulgada pelo site Everyone on web, mostra que os brasileiros estão acima do considerado normal, com a média de 15,7 cm, perdendo apenas para República Democrática do Congo, na África (17,93 cm) e para a Venezuela (16,93 cm). Já os americanos e os argentinos ficam para trás, com 14,15 cm e 14,88 cm, respectivamente.

“Uma coisa é certa: o brasileiro é um dos melhores amantes do mundo e sensacional na cama”, afirma a atriz e modelo Núbia Oliver. Para o funkeiro MC Tikão, a preocupação com o tamanho é bobagem: “É muito bom saber que o brasileiro é um dos mais bem dotados, mas o importante não é o tamanho”.


A equipe não encontrou nenhuma evidência de diferenças de tamanho do pênis ligadas à raça, embora a maioria dos participantes do estudo fossem de ascendência da Europa Oriental e Oriente e uma comparação completa não pudesse, portanto, ser feita. Assim como os pesquisadores não encontraram correlação entre o tamanho do pé de um homem e o comprimento de seu pênis.

Segundo a publicação, os cientistas comentaram que existe a possibilidade de sua pesquisa não ser exata, já que os homens que se voluntariaram poderiam ser mais confiantes com relação ao tamanho de seu órgão sexual do que outros. O trabalho, publicado no jornal internacional de urologia, é o primeiro a classificar todas as informações sobre comprimento e circunferência do órgão em um gráfico. Os dados divulgados pelo grupo poderão também ser usados para o desenvolvimento de preservativos com medidas mais exatas.

FONTE: O Dia




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

"Cavalgada" é a posição sexual mais perigosa, de acordo com um novo estudo científico.

Arte: Soraia Piva/EM/D.A Press
Arte: Soraia Piva/EM/D.A Press

Cientistas descobriram que a posição apelidada de "cavalgada", é responsável por metade de todas as fraturas penianas na cama.

A pesquisa também revelou que a posição "estilo cachorrinho", está por trás de 29 por cento das ocorrências.

Em contrapartida, o popular "papai e mamãe" é responsável por apenas 21 por cento.

Médicos e acadêmicos estudaram pacientes atendidos por três hospitais com suspeita de fraturas penianas durante um período de 13 anos.

Metade deles relataram ter ouvido um estalo antes de experimentar a dor, com um pouco de inchaço.

A média de idade foi de 34 anos e alguns dos homens esperavam até seis horas antes de procurar ajuda médica.

A pesquisa concluiu: "Nosso estudo apoia o fato de que a relação sexual com a "mulher por cima" é uma posição sexual potencialmente arriscada relacionada com fratura peniana.

"Nossa hipótese é que quando a mulher está por cima ela normalmente controla o movimento com todo o seu peso corporal aterrissando no pênis ereto, não sendo capaz de interrompê-lo quando o pênis sofre uma forma de penetração errada, porque o dano é geralmente menor na mulher com nenhuma ou pouca dor, mas grande no pênis.

"Pelo contrário, quando o homem está controlando o movimento, ele tem mais chances de parar a energia de penetração em resposta à dor relacionada ao dano pênis e minimizá-lo."

O estudo constatou que 44 homens tinham frequentado hospital, sendo 42 com "a condição confirmada após avaliação clínica, radiológica e cirúrgica".

Destes, 28 foram feridos em traquinagens heterossexuais, quatro durante a relação sexual homossexual, seis como resultado de "manipulação do pênis" e quatro em circunstâncias que eram "pouco claras".

O estudo, publicado na revista Advances in Urology, lê-se: "A metade dos pacientes (50 por cento) apresentavam a tríade clássica de um estalo audível seguido de dor.

"O tempo de apresentação dos pacientes para o hospital após fratura de pênis varia de 0,5 a 6 horas."

"A fratura peniana é uma condição clínica relativamente incomum que frequentemente causa medo e constrangimento para o paciente, hipoteticamente, resultando em busca adiada para a assistência médica, o que pode levar a uma diminuição das funções sexuais", disseram os autores.

"Considerando-se que a maioria dos estudos são retrospectivos e com base em prontuários informações sobre a dinâmica social circundante fratura peniana é escassa na literatura, principalmente potencialmente arriscado posições sexuais."

Os cientistas consultaram três hospitais de Campinas, uma cidade de três milhões de pessoas no Brasil, estudaram registros hospitalares utilizados e, em alguns casos, entrevistaram os pacientes.


sexta-feira, 28 de novembro de 2014

ISAPS emite alerta para pacientes


SOCIEDADE INTERNACIONAL DE CIRURGIA PLÁSTICA ESTÉTICA (ISAPS) EMITE ALERTA PARA PACIENTES SOBRE PRATICANTES NÃO LICENCIADOS E TURISMO MÉDICO



Organização dedicada a promover a segurança dos pacientes e mudanças na legislação global.
 A Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (International Society of Aesthetic Plastic Surgery - ISAPS) emitiu um alerta para todos os indivíduos que  buscam procedimentos cirúrgicos estéticos mais baratos, particularmente fora do seu país de origem, e especialmente nas mãos de praticantes não licenciados que operam sem certificação de órgãos reguladores de cirurgia plástica, como a própria ISAPS. Em vista de duas mortes recentes de cidadãs do Reino Unido que viajaram para outros países para realizar procedimentos estéticos com cirurgiões não certificados, a ISAPS também está pedindo mudanças globais na legislação para evitar mortes trágicas e desnecessárias como estas e garantir uma maior segurança dos pacientes.

“Cirurgia estética no exterior pode ser muito perigosa porque os padrões variam de um país para o outro. É essencial que os pacientes procurem por cirurgiões plásticos certificados pelos conselhos de medicina locais, independentemente de onde forem realizar o procedimento”, apontou o Dr. Susumu Takayanagi, Presidente da ISAPS. “A segurança dos pacientes é a nossa maior prioridade. A adesão a ISAPS é exclusiva para cirurgiões plásticos certificados pelo conselho de medicina, que devem, ainda, ser membros de sua respectiva sociedade de cirurgia plástica nacional.

San Diego Faceial Plastic Surgeon Amir Karam
Há mais de cinco anos, a ISAPS estabeleceu um símbolo da segurança do paciente, um diamante formado por quatro fatores que são críticos para a prática segura da cirurgia estética:
  • Procedimento: Escolha um procedimento que é ideal para você. Pesquise extensamente e tenha expectativas realistas. Se você vai realizar diversos procedimentos, tenha certeza de que a cirurgia pode ser finalizada em uma quantidade segura de tempo. Um procedimento estético típico pode ser finalizado em 1 a 3 horas. Uma combinação de procedimentos não deve demorar mais do que 5 a 6 horas.

  • Paciente: É essencial que o cirurgião plástico realize uma avaliação médica para determinar se você tem riscos de complicações ou se é um mau candidato a cirurgia estética. Revele qualquer problema de saúde e/ou procedimentos anteriores que você realizou.

  • Cirurgião: Escolha um cirurgião que seja licenciado pelo conselho de medicina local, com experiência no procedimento pelo qual você vai passar e que possua um excelente histórico médico de segurança. Verifique as credenciais de treinamento com o conselho de medicina do país dele.

  • Ambiente Cirúrgico: Os padrões variam de acordo com o país. Se a cirurgia será realizada em um hospital, tenha certeza de que o hospital é creditado ou credenciado pelos órgãos locais. Peça por informações de certificado e o nome do corpo de certificação. Se um centro cirúrgico ambulatorial será utilizado, procure saber se ele é credenciado pela Associação Americana para Credenciamento de Cirurgia Ambulatorial Internacional (American Association for Accreditation for Ambulatory Surgery Facilities International (AAAASFI)), por uma organização internacional que oferece credenciamento de instalações cirúrgicas ou um corpo similar de credenciamento e acreditação.

“Pacientes são presas de praticantes não licenciados por causa da concepção errônea de que qualquer indivíduo com um diploma de medicina pode realizar qualquer procedimento cirúrgico com segurança. Há uma necessidade de os países estabelecerem regulamentações rígidas  controlando quem pode realizar procedimentos de cirurgia plástica e os ambientes de cirurgia em que são realizados de modo que se reduzam complicações cirúrgicas e mortes”, explicou o Dr. Michael C. Edwards, membro do Comitê de Segurança do Paciente da ISAPS (ISAPS Patient Safety Committee) e presidente da Sociedade Americana de Cirurgia Plástica Estética (American Society for Aesthetic Plastic Surgery).

O Dr. Nigel Mercer, presidente da Associação Européia de Sociedades de Cirurgia Plástica Estética (European Association of Societies of Aesthetic Plastic Surgery - EASAPS), vice-presidente da Associação Britânica de Plástica Reconstrutiva e Cirurgiões Plásticos Estéticos (British Association of Plastic Reconstructive and Aesthetic Plastic Surgeons) e ex-presidente da Associação Britânica de Cirurgiões Plásticos Estéticos (British Association of Aesthetic Plastic Surgeons) afirmou: “Qualquer paciente que está planejando viajar longas distâncias para realizar uma cirurgia estética deve ser alertado de que está correndo riscos maiores do que correria ao procurar um cirurgião certificado mais próximo de casa. Se ele insistir em viajar para outro país, é imperativo que escolha um cirurgião licenciado que irá lhe providenciar o procedimento, cuidados pós-operatórios e conselhos; não apenas uma operação. O único jeito de encontrar cirurgiões certificados internacionalmente pelo conselho de medicina é pelo website da ISAPS. Recomenda-se também que os pacientes perguntem ao cirurgião que seguro ele possui caso ocorram complicações após o procedimento.”

Fonte: PRWeb
Crédito da Foto: Best In Plastics via Compfight cc
Fonte para a matéria: SBCP