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segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Como você acha que deve ser o pênis do futuro?


Já pensou em um pênis com conexão com a internet para fazer sexo virtual? Ou um membro capaz de resistir às inúmeras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs)? O Site IO9, especializado em tendências futurísticas para as mais variadas coisas, listou oito características que o ‘pênis do futuro’ pode apresentar.


Entre os pontos descritos no site, há alguns que realmente estão previstos com base em estudos científicos e experiências já iniciadas. Porém, há outros que são apenas frutos da imaginação de todos que se interessam pelo órgão reprodutor masculino, não importando a finalidade. Para esses casos, o autor explica que tentou descrever a melhor maneira de se chegar ao resultado a partir da situação atual.





De acordo com o autor, assim como o cérebro humano, o pênis utiliza apenas 10% de sua capacidade (na verdade, essa afirmação sobre o cérebro já foi derrubada, como você pode ver aqui). De qualquer forma, seguem as possibilidades que o “pênis cibernético” pode apresentar no futuro.


1. Resistência às DSTs

O pênis do futuro não vai ser totalmente livre de se contaminar por Doenças Sexualmente Transmissíveis, pois são muitas as enfermidades e formas de transmissão conhecidas. Porém, com os avanços tecnológicos, o membro, junto com um sistema imunológico também avançado, pode apresentar grande resistência e diminuição dos riscos de contaminação.

Esse processo aconteceria da seguinte forma: biossensores seriam implantados no pênis e identificariam a presença de corpos estranhos e diferentes patologias, alertando o sistema imunológico (que também seria aprimorado por meio do avanço tecnológico) para se defender dos micro-organismos responsáveis pelas doenças.

Qualquer pênis, mesmo que “ultraequipado”, mas que contenha sangue correndo em suas veias, será suscetível à contaminação de doenças. Entretanto, com o advento do pênis tecnológico, os riscos de infecção diminuiriam muito.


2. Controle de natalidade por demanda

Mecanismos anticoncepcionais destinados aos homens já são desenvolvidos atualmente e existem alternativas em estudo para proporcionar maior qualidade de vida para os usuários. Atualmente, as pílulas desenvolvidas são passíveis de esquecimento e possuem efeitos colaterais pelo envolvimento hormonal que acarretam (tanto para os homens quanto para as mulheres). Já processos como a vasectomia são permanentes, não permitindo o controle sobre quando os espermatozoides podem ou não agir e fecundar o óvulo.

Mas, com os estudos realizados atualmente, mecanismos de controle de fecundação estão sendo desenvolvidos. Alguns têm o intuito de bloquear a saída do sêmen antes de chegar à uretra e outros visam abolir a capacidade do esperma de penetração na célula reprodutora feminina.





Além disso, há alguns estudos para desenvolver uma espécie de “chave genética”, cujo objetivo seria ligar e desligar a produção de espermatozoides. O desafio para esse processo é com relação ao tempo para que o corpo volte a produzir esperma e também as possíveis disfunções hormonais.


3. Fim dos problemas de ereção

Atualmente um dos problemas mais incidentes relacionados ao pênis é a dificuldade de ereção. Estudos com terapia genética, tratamento farmacêutico, lançamentos de novas drogas e medicina regenerativa, como o enxerto de nervos, são algumas das possibilidades em desenvolvimento. Essas alternativas devem, inclusive, ser concebidas antes do advento do pênis futurístico.





De qualquer forma, todas as alternativas possíveis atualmente de alguma maneira apresentam riscos, efeitos colaterais ou resultados não tão satisfatórios neste sentido. Drogas como o Viagra, por exemplo, têm ajudado bastante, mas causam uma ereção por tempo muito extenso, além de serem muito caras.

Neste sentido, o pênis do futuro pode ajudar muito, caso os cientistas consigam desenvolver maneiras para que o membro se autorregenere. Outra possibilidade seria que, com o avanço da idade, o membro  receberia implementos artificiais que substituam alguns elementos naturais que estejam causando o problema.


4. Orgasmos múltiplos

O ponto que impede os homens de atingir múltiplos orgasmos é o tempo que o pênis fica “inativo” após uma ejaculação. Esse processo é chamado de Período Refratário e, dependendo da idade, pode levar de minutos a horas até que o membro volte a ter capacidade de ficar ereto.

Estudos dão conta de que esse fato é proporcionado pelo cérebro e não por qualquer defeito no próprio pênis. Segundo os cientistas, uma grande quantidade de hormônios é liberada com uma substância chamada “prolactina”, a qual inibe a ação da “dopamina”, responsável pelo estímulo sexual.





Para diminuir ou até acabar com o Período Refratário, a saída seriam elementos inibidores de prolactina, que conteriam a liberação dessa substância automaticamente após o orgasmo. Num futuro ideal, o “pênis avançado” poderia ficar ereto por demanda, quando o seu “dono” bem entendesse ou julgasse necessário.


5. Avanço na sensibilidade e no orgasmo

Atualmente, os cientistas realizam estudos que visam atingir as áreas mais remotas do cérebro e, com esses processos, já conseguiram produzir estímulos e excitação no núcleo accumbens, uma das regiões do órgão diretamente responsável pela sensação de prazer. Para aumentá-la, junto com a sensibilidade, e aprimorar a intensidade do orgasmo, a saída, possivelmente, será o avanço na capacidade dessa e das demais regiões do cérebro de responder às informações sensoriais enviadas pelo pênis.

O problema dos mecanismos de estimulação de áreas profundas do cérebro é que esses processos são muito invasivos, e o grande desafio da Ciência então seria atingir níveis de excitação de maneira menos agressiva. Uma das alternativas seria estabelecer uma conexão entre os sinais nervosos do pênis e dispositivos de estimulação transcraniana magnética ou por corrente direta. No futuro, esses aparelhos poderiam se tornar internos por meio de implantes.


6. Moldagem e tamanho ajustáveis

Este é um dos pontos que mais mexe com a imaginação e com o sentimento de homens e mulheres em relação ao “pênis do futuro”. A possibilidade de adequar tamanho e formato à capacidade física ou ao desejo da(o) parceira(o) deve ser uma das atribuições mais cobiçadas para o membro masculino. E essa característica faria com que os homens pudessem escolher as medidas bem como as características da superfície de seus membros.





Nesse sentido, qualquer tipo de avanço seria uma revolução, portanto, além de um desafio para desenvolvimento de técnicas complexas, também exigiria significativos avanços tecnológicos e de material. De qualquer forma, uma situação como essa não fica totalmente fora de cogitação, já que atualmente há registros de transplantes de pênis, sem perdas de função, completamente bem-sucedidos. Com as possibilidades já exploradas pela Ciência, no futuro, mesclando tecidos naturais e artificiais, talvez seja possível chegar a um pênis sintético, feito em laboratório, com funções principais e outras ainda mais avançadas, como a de alterar tamanho e forma.


7. Vibrador e modo “Hands Free”

Com novos “pênis” cibernéticos e futuristas que vão alterar forma e tamanho, por que não pensar em novas tecnologias que vão além da maneira “convencional” de utilizá-lo? A ideia aqui é dispensar o uso das mãos (hands free) para atingir o prazer máximo que órgãos genitais vibradores podem oferecer. Dessa forma, tanto para homens quanto para mulheres, o simples fato de pensar em algo excitante poderia fazê-los chegar ao orgasmo.





8. Conexão com a internet

Sim, os “smartpênis” poderão ter a funcionalidade genial de conexão com a rede mundial de computadores. O intuito seria aperfeiçoar o sexo virtual sem a utilização dos brinquedos eróticos que, atualmente, aprimoram as condições para se ter relações sexuais online com um parceiro à distância.





Um aplicativo online também poderia receber informações por Bluetooth, para monitorar estatísticas e dados biométricos, podendo até traçar objetivos por período. E as maravilhas tecnológicas do “pênis digital” também possibilitariam atualização de softwares, trazendo cada vez mais avanços para a sua “plataforma peniana”.







Mais informações sobre estética genital e aumento do pênis você encontra acessando www.aumentopenianodantas.com.br


Fonte: Megacurioso / IO9

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Cientistas dizem ter descoberto o que faz um pênis ser perfeito


O tamanho do pênis aparece apenas em sexto lugar em lista de critérios importantes para mulheres


David de Michelangelo


Um grupo de pesquisadores da Universidade de Munique acredita ter encontrado a resposta para uma pergunta que há séculos atormenta os homens: qual é a aparência do pênis ideal?

Segundo o estudo, "a aparência estética em geral" é o critério mais importante para as mulheres. Em seguida, vem a aparência dos pelos pubianos, o estado da pele e a circunferência. O tamanho, normalmente centro das preocupações, aparece apenas em sexto lugar na lista de prioridades. Já a característica menos importante é a posição e formato da saída da uretra.


A pesquisa ouviu 105 mulheres de idades que variavam entre 16 e 45 anos. O objetivo era descobrir como os homens com hipospádia, uma malformação que faz a saída da uretra ficar em uma posição incorreta, eram percebidos pelas mulheres. Segundo os pesquisadores, muitos homens com hipospádia submetem-se a cirurgias por considerar a sua aparência "anormal".

De acordo com os pesquisadores, a expectativa é que as respostas viessem com os quesitos tamanho e grossura em primeiro lugar, mas a estética genital é que “venceu” a disputa, seguida do cuidado com pelos pubianos e da pele em torno da área genital.


Só na terceira colocação que aparece a circunferência do pênis, enquanto o tamanho do pênis foi considerado apenas o sexto artigo mais importante em um pênis para ele ser ‘normal’. O estudo foi publicado na última edição do Journal of Sexual Medicine.

Outro detalhe que chamou a atenção dos pesquisadores é a preferência das mulheres por pênis sem prepúcio. Isso porque, para elas, a ausência facilita a higiene do local, além de deixar com um aspecto considerado “mais bonito”.


Porém, as conclusões do estudo revelam que o posicionamento da saída da uretra não importa tanto para o sexo oposto, o que, segundo os pesquisadores, deveria ser informado ao pacientes para "prevenir o surgimento da vergonha".

Além disso, os cientistas também concluíram que nenhum aspecto peniano, considerado individualmente, é essencial para que um pênis seja tido como atraente.








Fonte:
http://ela.oglobo.globo.com/vida/cientistas-dizem-ter-descoberto-que-faz-um-penis-ser-perfeito-16872506#ixzz3gdRQRFXO

https://br.noticias.yahoo.com/blogs/super-incrível/seu-pênis-está-legal--mulheres-revelam-qual-o-tipo-ideal-para-elas-211247500.html