quinta-feira, 19 de março de 2015

Jovem africano que recebeu pênis de doador já tem relações frequentes

Rapaz de 21 anos que recebeu o órgão já foi capaz de ter relações sexuais com a namorada com boa ereção


África do Sul - Nem mesmo os médicos responsáveis pelo primeiro transplante de pênis bem-sucedido do mundo, realizado em dezembro na África do Sul e divulgado sexta-feira, esperavam resultado tão bom. Apenas cinco semanas após a operação, o jovem de 21 anos que recebeu o órgão já foi capaz de ter relações sexuais com a namorada e de urinar sem o auxílio de um catéter, contaram nesta segunda-feira os especialistas que fizeram a cirurgia pioneira.
Equipe que fez a operação comemorou o sucesso inédito da técnica
Foto:  Reprodução




























“O paciente tem ereções de boa qualidade, ejacula e faz sexo frequentemente com sua parceira”, disse o médico Frank Graewe. O saldo positivo do procedimento foi comemorado pelo cirurgião plástico Ricardo Cavalcanti, da Casa de Portugal. “Já existiam casos de reimplante do pênis, mas o transplante é algo inovador que abre grandes perspectivas para pacientes com câncer que sofrem amputação, problema mais comum do que parece”, diz Cavalcanti.

TOM DE PELE IGUAL 
Frank Graewe afirmou que o doador e o jovem transplantado tinham o mesmo tom de pele. Para o urologista Bernardo Geoffroy, do Hospital Badim, essa questão é a mais importante do processo. “Todo órgão externo transplantado pode causar problemas psicológicos graves se o paciente não se reconhecer ali”, afirma ele. A cirurgia, que durou dez horas, conectou vasos, artérias e a uretra do paciente com as do pênis doado para recuperação das funções do órgão (veja passo a passo no box ao lado). “É uma operação delicada e que demanda a ajuda de microscópio porque são estruturas muito pequenas.” 
Otimista quanto às possibilidades da técnica, Ricardo Cavalcanti vê dificuldades para a chegada do método ao Brasil. “O órgão tem de ser retirado rápido após a morte do doador e a logística é complicada, além da resistência das famílias em doar”, aponta. O procedimento ainda não tem regulamentação no Brasil. Em busca de financiamento e doadores, médicos sul-africanos pretendem fazer mais nove cirurgias até o final do ano.

COMO É
O pênis todo é retirado do doador com morte cerebral. Veias, artérias, nervos e demais estruturas são mantidas intactas.
Os médicos conectam três artérias para garantir o fluxo de sangue e dois nervos para dar sensibilidade.
Uretra e corpos cavernosos também são reconstruídos para garantir urina e ereção, respectivamente.
Microscópio ajuda na cirurgia, que dura dez horas.
Paciente toma imunossupressores para evitar rejeição



Pesquisadores revelam tamanho do 'pênis comum'

Informação pode tranquilizar homens preocupados ou atingir o ego daqueles que pensavam ser 'bem dotados


Estados Unidos - Ter um pênis grande é o desejo de muitos homens — alguns até investem em produtos para aumentá-los. Mas qual o tamanho considerado ‘normal’ de um órgão sexual masculino? Isso é o que buscou responder uma pesquisa britânica, que reuniu resultados de 17 estudos com 15.521 homens. 
Nos levantamentos, o tamanho considerado normal foi de 9,16 cm, flácido; 13,12 cm, ereto, e 13,24 cm, esticado. Outro dado calculado foi a circunferência: 9,31 cm, em repouso, e 11,66 cm, rígido. Os pesquisadores dizem que os gráficos vão ajudar os médicos que lidam com Transtorno Dismórfico Corporal (TDC), grave distúrbio de ansiedade relativo ao corpo.
“Homens se comparam nos vestiários e com a pornografia na internet, e acreditam que são inferiores. Alguns têm sido provocados devido ao tamanho do órgão. Há muitos que poderiam estar preocupados e achamos que esses números vão tranquilizá-los”, diz David Veale, principal autor da pesquisa. Os dados também podem ajudar os fabricantes de preservativos na investigação de falhas. 
Pesquisa anterior, divulgada pelo site Everyone on web, mostra que os brasileiros estão acima do considerado normal, com a média de 15,7 cm, perdendo apenas para República Democrática do Congo, na África (17,93 cm) e para a Venezuela (16,93 cm). Já os americanos e os argentinos ficam para trás, com 14,15 cm e 14,88 cm, respectivamente.
“Uma coisa é certa: o brasileiro é um dos melhores amantes do mundo e sensacional na cama”, afirma a atriz e modelo Núbia Oliver. Para o funkeiro MC Tikão, a preocupação com o tamanho é bobagem: “É muito bom saber que o brasileiro é um dos mais bem dotados, mas o importante não é o tamanho”.
Estudo revelou que a população masculina com pênis extremamente pequeno ou grande é de 2,28%
Foto:  Reprodução Internet




























A equipe não encontrou nenhuma evidência de diferenças de tamanho do pênis ligadas à raça , embora a maioria dos participantes do estudo fossem de ascendência da Europa Oriental e Oriente e uma comparação completa não pudesse, portanto, ser feita. Assim como os pesquisadores não encontraram correlação entre o tamanho do pé de um homem e o comprimento de seu pênis.
Segundo a publicação, os cientistas comentaram que existe a possibilidade de sua pesquisa não ser exata, já que os homens que se voluntariaram poderiam ser mais confiantes com relação ao tamanho de seu órgão sexual do que outros. O trabalho, publicado no jornal internacional de urologia, é o primeiro a classificar todas as informações sobre comprimento e circunferência do órgão em um gráfico. Os dados divulgados pelo grupo poderão também ser usados para o desenvolvimento de preservativos com medidas mais exatas.




sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

"Mulher por cima" é a posição sexual mais perigosa, de acordo com um novo estudo científico.

Arte: Soraia Piva/EM/D.A Press
Arte: Soraia Piva/EM/D.A Press

Cientistas descobriram que a posição apelidada de "cavalgada", é responsável por metade de todas as fraturas penianas na cama.

A pesquisa também revelou que a posição "estilo cachorrinho", está por trás de 29 por cento das ocorrências.

Em contrapartida, o popular "papai e mamãe" é responsável por apenas 21 por cento.

Médicos e acadêmicos estudaram pacientes atendidos por três hospitais com suspeita de fraturas penianas durante um período de 13 anos.

Metade deles relataram ter ouvido um estalo antes de experimentar a dor, com um pouco de inchaço.

A média de idade foi de 34 anos e alguns dos homens esperavam até seis horas antes de procurar ajuda médica.

A pesquisa concluiu: "Nosso estudo apóia o fato de que a relação sexual com a "mulher por cima" é uma posição sexual potencialmente arriscada relacionada com fratura peniana.

"Nossa hipótese é que quando a mulher está por cima ela normalmente controla o movimento com todo o seu peso corporal aterrissando no pênis ereto, não sendo capaz de interrompê-lo quando o pênis sofre uma forma de penetração errada, porque o dano é geralmente menor na mulher com nenhuma ou pouca dor, mas grande no pênis.

"Pelo contrário, quando o homem está controlando o movimento, ele tem mais chances de parar a energia de penetração em resposta à dor relacionada ao dano pênis e minimizá-lo."

O estudo constatou que 44 homens tinham frequentado hospital, sendo 42 com "a condição confirmada após avaliação clínica, radiológica e cirúrgica".

Destes, 28 foram feridos em traquinagens heterossexuais, quatro durante a relação sexual homossexual, seis como resultado de "manipulação do pênis" e quatro em circunstâncias que eram "pouco claras".

O estudo, publicado na revista Advances in Urology, lê-se: "A metade dos pacientes (50 por cento) apresentavam a tríade clássica de um estalo audível seguido de dor.

"O tempo de apresentação dos pacientes para o hospital após fratura de pênis varia de 0,5 a 6 horas."

"A fratura peniana é uma condição clínica relativamente incomum que frequentemente causa medo e constrangimento para o paciente, hipoteticamente, resultando em busca adiada para a assistência médica, o que pode levar a uma diminuição das funções sexuais", disseram os autores.

"Considerando-se que a maioria dos estudos são retrospectivos e com base em prontuários informações sobre a dinâmica social circundante fratura peniana é escassa na literatura, principalmente potencialmente arriscado posições sexuais."

Os cientistas consultaram três hospitais de Campinas, uma cidade de três milhões de pessoas no Brasil, estudaram registros hospitalares utilizados e, em alguns casos, entrevistaram os pacientes.